Cores: Tendências para 2017!

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E mais um novo ano que se inicia! São mais 365 dias para renovarmos as esperanças, elaborarmos novos planos e seguirmos lutando atrás dos nossos sonhos e, nada melhor do que fazer tudo isso e entrar num ano repleto de otimismo com a casa arrumada, aconchegante e ainda melhor inspirada nas novas tendências.

Há alguns meses a Pantone divulgou as cores que serão tendência em 2017. Com muita criatividade e imaginação, Niagara, Primrose Yellow, Lapis Blue, Flame, Island Paradise, Pale Dogwood, Greenery, Pink Yarrow, Kale e Hazelnut, vêm com a proposta de fugirem do tradicional.

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A cartela de cores escolhida pela marca pode ser usada e abusada de diversas formas, em qualquer ambiente e superfície.

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Elas podem ser combinadas ou usadas separadamente como pontos de destaque na decoração, seja uma parede, numa geladeira retrô ou em acessórios, como almofada.

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Tons vibrantes, suaves, básicos, ousados e cheios de energia pra deixar seu ambiente mais alegre. Brinque com as misturas!

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O luxo das cores terrosas também é uma aposta da Pantone. São muitas possibilidades pra mudar o ar da sua casa com pequenos detalhes. Vamos começar 2017 com o pé direito?

Imagens: Pinterest

O Que Estamos Fazendo De Errado Com As Nossas Cidades

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Todos nós sabemos, ou ao menos deveríamos saber, que falar de cidade não é só falar de política, mas sim de nossos direitos, de onde vivemos e de nós mesmos. Porém, se insistirmos em levar em consideração apenas a primeira hipótese, persistimos num erro que desde primórdios da nossa vida em sociedade até hoje, século XXI, teimamos defender. Falar sobre cidade não é exatamente defender um partido A, B, C ou D. A cidade acima de ser edificada e asfaltada, é viva e carrega vida, mas não temos tido essa percepção. Não somos carros movidos à petróleo, não deveríamos ser aspiradores de poluição. Mas persistir naquela primeira hipótese do que é falar sobre cidade, nos aliena e nos fecha para nós mesmos.

O FA nunca foi destinado a discutir política e defender partido algum, mas o interesse principal de tudo isso tem sido tudo o que muitos ignoram na hora de exercer a sua cidadania: A Cidade. Como futura arquiteta, sei bem que muito mais do que um móvel, um ambiente, uma casa inteira, a cidade é nosso principal instrumento de trabalho, pois é nela que tudo está inserido. Se não temos uma boa cidade, dificilmente será uma boa decoração ou uma casa bonita que vai determinar o seu bem estar. Segundo fatos, nós brasileiros e uma boa parcela da população do mundo, passam mais tempo fora de casa do que usufruindo do seu lar, ou seja, grande parte do estresse gerado não tem nada a ver com o seu particular. A cidade que o cerca determina sua saúde física e mental. Mas temos insistido no erro.

2Fonte: Cena do filme argentino “Medianeras”. Disponível em: http://lounge.obviousmag.org/

 

Recentemente li uma reportagem na qual a futura primeira dama da prefeitura de São Paulo, se vangloriava de todos os seus luxos possíveis e dos seus “notáveis” atos de caridade para os seus empregados (confira a reportagem aqui). Uma entre muitas das coisas que mais me chocou foi ver que São Paulo pra ela fora do Jardim Europa praticamente não existe. Não sabia o que era Minhocão, não sabia da existência do Parque Augusta, e muito mal sabe das condições em que todos os outros cidadão estão inseridos na cidade em que seu futuro esposo irá administrar nos próximos 4 anos. Estou me perguntando até agora se o futuro prefeito já percorreu a cidade de Norte a Sul de transporte público, pelo menos. Mas como eu disse, não é questão de partido. O erro em que teimamos insistir é eleger pessoas pouco ou nada comprometidas com a cidade a qual se responsabilizam governar. Não é questão de ser formado em administração, direito ou qualquer outra coisa, mas sim não ter noções urbanísticas necessárias para gerir uma cidade a qual todos nós merecemos. Não acredito que seja tão difícil quanto tem sido, pois temos ótimos exemplos por cidades afora do Brasil. A questão é não querer inventar a roda, é não mexer no que já vem dando certo. Mas ainda insistimos no erro.

javier-drolas-as-martin-in-sidewalls-2011-1Fonte: Cena do filme argentino “Medianeras”. Disponível em: http://episodiosdehoje.com/

 

Ainda acredito que teremos boas cidades quando o interesse comercial deixar de ser prioridade à qualidade de vida do ser humano, lembrando que ser humano não se define ou se classifica por classe social. Quando não deixarmos qualquer valor barato nos persuadir ou comprar nossa poderosa opinião e poder de fazer a diferença, teremos simplesmente como consequência o que já poderíamos estar usufruindo a muito tempo: uma cidade voltada para humanos e não máquinas.

O Arquiteto que o Mundo Precisa que Você Seja

BG FA - O Arquiteto que o Mundo Precisa que Você Seja

Julho, férias e um tempinho a mais para me dedicar ao blog! Lembrando que vocês podem sempre acompanhar e interagir conosco através das redes sociais como o Instagram e a nossa página no Facebook, além de diversas inspirações de design e arquitetura através do Pinterest!

E depois de um “pequeno” tempo sem postagens rs o Futura Arquiteta volta com um post reflexivo e importante sobre o papel do arquiteto na sociedade atual e no futuro. É sempre de suma importância que o profissional dessa área se envolva em debates, pesquisas e reflexões sobre a realidade em que está inserido e o que a sociedade espera de nós, já que dentro da arquitetura é ela (a sociedade) quem irá direcionar o nosso trabalho e, torná-lo ou não, útil e significativo, podendo até mesmo se tornar revolucionário, como por exemplo a produção do renomado arquiteto Le Corbusier e os 5 pontos da arquitetura moderna – planta livre, fachada livre, pilotis, janelas em fita e terraço jardim – presentes até hoje em nosso cotidiano.

Mas quais são as nossas necessidades hoje? O que podemos fazer para solucionar tantos problemas atuais pensando num futuro melhor? E o que nós futuros e arquitetos temos a ver com isso?

Futura Arquiteta1Fonte: https://br.pinterest.com/aaschool/

 

Diferentemente do que muitos devem ter em mente, arquitetura não é só construção [1]acima de tudo é fundamental que nós arquitetos tenhamos noção da escala humana e sejamos perceptíveis as suas necessidades básicas, o que interfere diretamente na nossa relação com a sociedade e no produto que iremos oferecê-la – nisso a formação também em urbanismo que temos em nossa grade curricular, contribui bastante para enxergarmos além.

Diante do atual contexto urbano e a crise mundial de habitação, o papel do arquiteto e a sua visão apurada são fundamentais para apresentação e execução de soluções reais e adequadas a cada situação, devendo sempre prezar por práticas sustentáveis (econômica, ambiental e fiscal).  Dentro desses problemas nos deparamos também com o crescimento populacional urbano previsto para os próximos anos e também a imigração – questões que demandam ainda mais planejamentos de médio prazo, para que agindo o quanto antes possamos garantir um futuro melhor.

“Atualmente, na América do Sul habitam mais de 400 milhões de pessoas – 6% da população mundial – das quais, mais de 80% vivem em zonas urbanizadas. Isto tem gerado um grande déficit de habitações em todo o continente, e sem respostas claras frente a este processo de urbanização, as cidades vão sendo compostas por assentamentos informais difíceis de manejar depois de consolidados. Segundo o último relatório da ONU Habitat, na América Latina e no Caribe a quantidade de pessoas vivendo em assentamentos precários chega a 110,7 milhões.” [2]

a7db59e8b6061d61d2d3b9286891659aFonte: http://wfsmith.tumblr.com/image/41048958726

 

A arquitetura tem um papel social, e sobre isso devemos levar em consideração que o nosso trabalho também deve ser direcionado às classes menos favorecidas. Um bom exemplo disso é o recente Pritzker (Jan/2016) concedido ao arquiteto chileno Alejandro Aravena, onde a frente do escritório Elemental já construiu mais de 2.500 unidades de habitação social, além do seu ativismo em questões do gênero. Não para menos, Aravena teve sua importância reconhecida por Tom Pritzker, na cerimônia de premiação:

      “O seu trabalho dá a oportunidade econômica para os menos privilegiados, mitiga os efeitos de desastres naturais, reduz o consumo de energia e provê um bem-vindo espaço público. Inovador e inspirador, ele mostra como a arquitetura pode melhorar a vida das pessoas”  [3]

FA - O Arquiteto que o Mundo Precisa que Você Seja - AravenaArquiteto chileno Alejandro Aravena e alguns de seus projetos de habitação social:
1. Quinta Monroy 2. Villa Verde Housing
Fonte: http://radio.uchile.cl/2016/01/13/alejandro-aravena-gana-premio-pritzker-2016-el-nobel-de-la-arquitectura/

 

Além de Aravena, há ainda uma arquiteta que está atualmente em destaque pelo prêmio Emerging Woman Architect of the Year, concedido pelo Architecture Journal. Recentemente num artigo de uma entrevista com a arquiteta Julia King no site ArchDaily, tive a oportunidade de conhecer um pouco do seu trabalho e sua opinião sobre a produção atual de arquitetura (acesse a entrevista aqui), o que afirmou ainda mais a percepção do quanto ainda precisamos aprender com o nosso entorno, principalmente o que está distante – não apenas geograficamente falando.

“Procuro inspiração (ou oportunidades) nas pessoas e lugares ao invés de procurar por pessoas e lugares que recebam minhas ideias.”  Julia King. [4]

King, teve seu trabalho reconhecido por ir muito além do que tradicionalmente se é considerado como “arquitetura”. Através de um PhD prático pelo ARCSR, (sigla em inglês para o Arquitetura para as Mudanças Rápidas e Recursos Escassos) nas favelas da Índia, Julia teve a oportunidade de entender que mais do que a arquitetura tradicional – estritamente ligada a construção – a comunidade precisava de atenção a uma das suas necessidades fundamentais: o sistema de esgoto. Em suma, Julia King desenvolve seus trabalhos juntamente com a ONG indiana CURE (sigla em inglês para Centro para Excelência Urbana e Regional), sendo o seu maior projeto um sistema de descentralização de saneamento – uma infraestrutura que permitiu à aproximadamente 2.000 pessoas o acesso a um banheiro – numa comunidade aonde anteriormente as famílias defecavam à céu aberto.

FA - O Arquiteto que o Mundo Precisa que Você Seja - Julia KingArquiteta recentemente em destaque pelo seu trabalho humanitário junto a ONG indiana CURE
Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/751175/introduzindo-a-garota-penico-a-arquiteta-do-futuro


“Eu poderia ter construído uma biblioteca ou uma estação de ônibus mas o que era mais necessário era esgoto – fazer o que a comunidade não poderia fazer por si só para que pudessem seguir com o que eles fazem muito bem, que é fazer cidades a partir de casas. […]”
 Julia King

Arquitetos como Aravena e Julia King, geram uma grande reflexão sobre o nosso compromisso, sobretudo com o ser humano, sem distingui-lo por classe, raça ou renda. Porém, ainda não é possível negar que a produção arquitetônica em sua maioria é voltada para a elite, deixando de lado necessidades urbanas e os mais pobres.

Em uma das perguntas da entrevista realizada por Vanessa Quirk para o ArchDaily, King fala ainda da sua visão sobre o comportamento distante dos arquitetos frente às questões sociais:

“Por que existem tão poucos arquitetos nesta área? Acho que existe uma grande desconexão de como a arquitetura é ensinada, praticada, e a realidade das cidades e um ambiente mais construído. O foco na arquitetura como uma forma de arte é ainda endêmica; no entanto isto está mudando, ainda que lentamente. Então acho que a profissão em geral percebeu que nós somos irrelevantes – é difícil assumir este fato, mas parece certo para mim – arquitetos em todo o mundo estão envolvidos com apenas 2% do ambiente construído.” Julia King

Portanto, a arquitetura é um ambiente muito amplo, subestimada se definida ou entendida apenas por um de seus viés, por isso devemos pensar e repensar sobre o nosso papel como arquitetos. Nada é perfeito, mas como diria Rem Koolhaas “a arquitetura é uma profissão perigosa” [5]. É preciso ir além do que o poder aquisitivo e/ou mercado imobiliário nos pede, é preciso ousar para fazer a diferença que o mundo precisa, pois toda consequência – boa ou ruim – será fruto do nosso trabalho. Logo, se queremos de alguma forma nos destacar e principalmente vivermos em um mundo melhor, talvez não seja fazendo apenas casas bonitas, mas começando por não temer pessoas e buscando soluções para problemas de quem menos possui oportunidades para sustentar-se dignamente em uma sociedade cada vez mais individual.

1da21ef1be2969da7b6e488fa98c8c6dFonte: http://chatterbox.typepad.com/portlandarchitecture/

“[…] A beleza é a função maior. Não há beleza que não contenha o resto.” Álvaro Siza. [6]

Um bom arquiteto não deve ter medo de pessoas. E uma boa arquitetura pode ser uma porta para a igualdade. O que o mundo precisa da gente (futuros e arquitetos) não são de projetos de custos adicionais e quantitativos, mas de valores acrescidos e qualitativos na vida de todos.

[1] [6] SIZA, Álvaro. Siza Vieira. “A reforma dá uma neura terrível”. Expresso, Portugal, 19 mar. 2016. Disponível em: <http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-03-27-Siza-Vieira.-A-reforma-da-uma-neura-terrivel>. Acesso em: 18 jul. 2016.
[2]  ARCHDAILY. Alejandro Aravena vence o Prêmio Pritzker 2016. Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/780248/alejandro-aravena-vence-o-premio-pritzker-2016>. Acesso em: 18 jul. 2016.
[3] PRITZKER, Tom. Empresário e Filantropo. In: BERNARDO, Kaluan. Prêmio reacende o debate sobre papel social da arquitetura. Disponível em: <https://www.nexojornal.com.br/expresso/2016/01/13/Pr%C3%AAmio-reacende-o-debate-sobre-papel-social-da-arquitetura>. Acesso em: 18 jul. 2016.
[4] KING, Julia. Entrevista com Julia King – a arquiteta do futuro(?). Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/751175/introduzindo-a-garota-penico-a-arquiteta-do-futuro>. Acesso em: 18 jul. 2016.
[5] KWINTER, Sanford. Rem Koolhaas: conversa com estudantes. Barcelona: Gustavo Gili, 2002. 94 p. E-book. 

Potencializando o Conceito do Seu Projeto

Potencializando o seu projeto FA

Fim de semestre vai chegando e é correria que não acaba mais (genteee, confesso que estou pirando esse semestre com tanto trabalho para fazer – me desculpem a minha longa ausência no blog), é trabalho atrás do outro e quando a gente acha que termina, muito pelo contrário, tem mais e mais detalhes para desenvolver.

Mas vida de arquiteto acaba sendo assim né gente? E apesar disso tudo, meu amor pela profissão só cresce!

Quando vai chegando a hora de apresentar o projeto ao professor ou até mesmo ao cliente, a preocupação dobra e nos vem a dúvida: Como apresentar todo aquele conteúdo que trabalhamos por semanas, para que a gente consiga cumprir e transmitir a ideia da forma mais clara e convincente ao nosso público alvo? Nós como estudantes/profissionais de um curso de artes, que exige um determinado grau de criatividade, é natural que já nos venha em mente algum tipo de diagramação que facilite essa nossa transmissão de ideias. Mas e quando não funciona bem assim, o que fazer?

Como designer de interiores e agora estudante de arquitetura, eu já tinha uma breve noção sobre o poder que uma boa diagramação tem ao ajudar na conceituação da proposta projetual. Mas o que é diagramar? Diagramar é a forma como você vai organizar uma determinada informação (textos, imagens…) e fazer com que ela interaja com os demais elementos visuais de forma harmônica. Mas, melhor do que apenas explicar, irei compartilhar com vocês algumas dicas e, exemplos de pranchas que achei – dentre toda essa minha correria haha – lá no Pinterest! Algumas dicas podem parecer óbvias, mas podem ter certeza que nem todo mundo coloca em prática.

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  • Primeiro, tenha já prontas todas as informações que pretende colocar na prancha para que possa ter uma noção prévia de como organizá-las.

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  • Depois do material pronto, observe a cartela de cores predominantes no seu projeto e escolha alguma(as) cor(es) entre essas para representá-lo na prancha. Dê preferências aquelas que sejam mais sóbrias para que não torne a sua apresentação infantil (a não ser que essa seja a proposta) ou até mesmo chame mais atenção do que o conteúdo.

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  • Quer dispor as imagens ou textos em formatos diferentes? Observe o seu projeto (linhas, curvas, espessuras…), ou até mesmo o contexto em que ele está inserido, pois tudo pode servir de inspiração na hora de dispor toda a informação da forma mais harmônica possível.

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  • Quanto ao texto, prefira colocá-lo numa cor de fonte ou até mesmo num fundo que contraste com a cor escolhida, para que facilite a leitura. Todo conteúdo é de suma importância para que a sua ideia seja transmitida da forma que deseja.

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  • Caso queira misturar linguagens gráficas (grafite + digital, por exemplo), tenha cuidado ao editar as imagens para que não se destoem e pareçam que não são do mesmo projeto.

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  • Solte a imaginação! O curso de arquitetura nos permite e devemos exercitá-la sempre que pudermos sem medo, afinal é assim que descobrimos nosso potencial e habilidades. Logo, a partir deste instante, está proibido o uso de imagens padrão do Power Point como plano de fundo na prancha em? Parece brincadeira, mas acontece! Haha Na dúvida, deixe o fundo neutro e brinque com as imagens.

Para mais inspirações, não deixem de seguir o Futura Arquiteta  no Pinterest, lá vocês irão encontrar além das inspirações gráficas, muitas dicas de decoração, arquitetura, design… Tudo aquilo que a gente ama! ❤

Agenda FA: Feicon Batimat 2016

Feicon 2016 FA

Essa semana ocorre em São Paulo a maior e única feira da América Latina voltado para o mercado da construção civil, a Feicon Batimat. Serão diversos eventos simultâneos entre debates, palestras e visitas técnicas, além de mais de 2.000 marcas expositoras.

Foto: http://www.feicon.com.br/O-Evento/Galeria/Fotos/

O evento é perfeito para quem deseja inspirações, networking e procura lançamentos e produtos de qualidade, além é claro, atualização profissional. É permitida a entrada de maiores de 16 anos, gratuita com cadastramento online através do site oficial.

Onde? Pavilhão de Exposições do Anhembi, São Paulo – SP

Quando? 12 – 16/04 – Terça à Sexta – 11h – 20h e Sábado 9h – 17h

As Cores Tendências do Ano na Sua Casa

Cores tendências 2016 FA

Após dias de folia o ano finalmente está começando para todos. Agora é a hora em que paramos pra pensar em novos planos, novas metas e organizar a casa para os próximos meses. Nisso, sempre queremos inovar em algo pra começar com pé direito, seja mudar a pintura da parede da sala, mudar o revestimento da cozinha, ou simplesmente comprar um objeto novo para o quarto por exemplo. Mas por onde começar?

Ano passado a Pantone, maior autoridade em cores do mundo, elegeu duas cores tendências para o ano de 2016: Rosa Quartzo e o Azul Serenity. Com certeza vocês já devem ter visto algum editorial de moda apostando em alguma dessas cores e até mesmo nas duas juntas!

Então que tal começar pela Cor?

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O Rosa Quartzo ou Rose Quartz é inspirado num mineral de mesmo nome. Em tonalidade suave, pode ser combinada com diversos tons de cores diferentes, desde os neutros, pastéis, aos mais escuros. Pode ser aposta em todos os ambientes em revestimento, móveis, objetos, em texturas desgastadas até cromos.

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Azul Serenity é a segunda eleita pela Pantone para o ano e também em tonalidade suave, pode ser combinada perfeitamente com o Rosa Quartzo e cores neutras e pastéis.

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Muitas inspirações pra começar 2016 com o pé direito, por dentro das tendências e ainda melhor, pode ser em pequenos detalhes, sem gastar muito, mas que fazem toda diferença no ambiente e clima da casa.

Alejandro Aravena, o arquiteto chileno ganhador do Pritzker 2016

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A frente do escritório Elemental, o chileno Alejandro Aravena de 48 anos é o mais novo ganhador do considerado Nobel da Arquitetura, o Prêmio Pritzker.

Destacado pela sua arquitetura de caráter social, o seu trabalhado foi exaltado pelo juri como uma arquitetura inteligente e que contempla os grandes desafios do século 21.

Aravena inicou sua atuação profissional em 1994, dois anos após concluir seus estudos na Universidade Católica de Chile. Hoje, ocupa o lugar no prêmio que foi do arquiteto Frei Otto em 2015, e é o terceiro sul-americano a entrar para lista de vencedores, junto aos brasileiros Oscar Niemeyer (1998) e Paulo Mendes da Rocha (2006).

Entre seus projetos destacam-se o Centro de Inovação Anacleto Angelini (Chile), Faculdade de Matemática da Universidade Católica de Santiago (Chile), Habitação Monterrey (México) e Quinta Monroy (Chile) de caráter social.

Veja fotos na galeria abaixo.

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